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O Brasil dos apagões!
O escândalo do apagão foi uma crise nacional, que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. Ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia
Apesar de investimentos feitos desde então, o Brasil continuou vulnerável a blecautes. Em janeiro de 2005 um grande apagão que atingiu os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, afetando 3 milhões de pessoas. Em setembro de 2007, novamente os dois estados foram atingidos por desligamento de energia causado por problemas em Furnas.
Em 10 de novembro de 2009, devido a um inédito desligamento total da usina hidroelétrica de Itaipú Binacional, 18 estados brasileiros ficaram totalmente ou parcialmente sem energia, sendo a região sudeste a mais afetada.
Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo ficaram totalmente sem luz. Em Minas Gerais, houve blecaute total nas regiões do Triângulo Mineiro e da Zona da Mata. O apagão também afetou partes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Sergipe, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Acre, Rondônia e uma pequena parte do Distrito Federal.
Em média essas regiões ficaram 3,5 horas no escuro, sendo que algumas localidades sofreram até 6 horas. Também grande parte do território do Paraguai ficou sem energia por aproximadamente 30 minutos. Ao todo 60 milhões de pessoas foram afetadas. (Wikipedia)
Beleza! Parece que o brasileiro vai ter de aprender a conviver com os apagões, que estão se tornando frequentes, uma vez que nosso governo parece não entender que por mais que se economize ou diminua o gasto de energia, o seu consumo é sempre crescente, afinal o aumento populacional não pára, nem o desenvolvimento tecnológico, nem a modernização e crescimento do parque industrial, fatores que compõe o tripé de um país desenvolvido e que necessitam, de um certo volume de crescimento da geração de eletricidade para ter continuidade.
E não adianta o governo dizer que faz ou está fazendo, porque se a energia não for suficiente de fato, os equipamentos não vão funcionar, não haverá a produção necessária. É preto no branco, sem tons de cinza no meio... Já passou da hora do governo fazer sua lição de casa, neste quesito, com competência, ou vamos continuar sendo eternamente um país emergente, cheio de “gatos”, remendos e maracutaias. Sem esquecer que o risco de um colapso energético em 2011 é de 16,5% a 32%, porcentual muito superior aos 5% tidos como razoáveis pelos especialistas em energia, segundo estudo do Instituto Acende Brasil. A Diretoria
DESONERAÇÃO PERMANENTE DO IPI
A redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha branca, que envolve eletrodomésticos como fogão, geladeira, máquina de lavar e similares tem estimulado os consumidores que estão comprando esses produtos a preços mais baixos, deixando o mercado aquecido. Enquanto alguns aproveitaram a oportunidade para comprar o primeiro bem, outros aproveitaram para trocar o velho e outros, ainda, para comprar produtos com tecnologia bem mais avançada.
No início do ano, antes da desoneração fiscal dos produtos, as vendas de eletrodomésticos apresentavam uma queda a cada mês; depois da redução da alíquota do IPI, o quadro inverteu e o consumo dos itens passou a crescer mês a mês, ajudando as redes varejistas que estão vivendo um bom momento em relação ao comércio destes produtos.
Esta política de desoneração do IPI será mantida, por enquanto, até janeiro de 2010 e a redução será maior para os produtos que consomem menos energia elétrica, de acordo com o selo ambiental.
Entretanto, o governo estuda a possibilidade desta redução ser permanente, porém, não há ainda nenhuma decisão, nem em que bases se daria a queda, se nas alíquotas reduzidas atuais ou em alguma faixa intermediária.
Não temos dúvidas que a redução permanente das alíquotas do IPI é plenamente viável, basta vontade política para concretizar tal medida. Sempre é bom lembrar que para a indústria, que começou o ano em queda livre, as vendas aquecidas da linha branca foram imprescindíveis e para o comércio, termômetro da economia e gerador de muitos empregos, uma forte alavanca que ajudou o setor a passar pela crise econômica sem sofrimento excessivo e ajudando o país a manter o equilíbrio durante este período.
Pois, que a redução seja permanente, é o que trabalhadores e empresários desejam.
A Diretoria
COMPETÊNCIA FEMININA
As mulheres e os trabalhadores que estudam ou se formaram no ensino médio ou superior garantiram maior participação no mercado de trabalho em agosto, em relação ao mês anterior, no estado de São Paulo. A participação das mulheres no mercado de trabalho cresceu de 41,7%, registrados em julho, para 43,5% em agosto. Os dados são do balanço Boletim de agosto do Observatório do Emprego e do Trabalho, da Sert - Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho.
É interessante perceber como certas situações acontecem. O aumento da participação das mulheres na força de trabalho não se deu em virtude de sua capacidade ou experiência, mas sim em função da crise econômica que fez muitas empresas trocarem os empregados homens com boa qualificação, ocupantes de melhores cargos, por mulheres com a mesma qualificação, mas que recebem salários menores.
Desse modo perpetua-se a velha cultura machista que vê a mulher como símbolo de desejo, de procriação, submissa ao poder do homem, menos inteligente e sem preparo, imagem que já ficou para traz nas últimas décadas, mas que ainda não saiu de prática.
Hoje, as mulheres brasileiras estudam, em média, um ano a mais que os homens e estão inseridas em profissões antes inimagináveis para elas, sendo muito competentes em tudo aquilo que empreendem. Assim, o mercado de trabalho deveria contratá-las não porque são mão de obra mais barata, mas porque elas tem cacife para serem excelentes trabalhadoras e merecedoras de salários equivalentes à sua competência.
A Diretoria
PENSE
COLETIVAMENTE, SINDICALIZE-SE
Ser sindicalizado é assegurar os seus direitos como trabalhador e, antes de tudo, como ser humano. Ter seus direitos respeitados é o que todo empregado quer para viver com dignidade. É por isso que o sindicato deve ser forte, estando sempre à frente da luta em prol dos trabalhadores, exigindo que os empresários respeitem os direitos e cumpram o que está escrito na legislação e no acordo coletivo de trabalho.
Entretanto, só a participação dos trabalhadores no dia a dia sindical faz o Sindicato firme e forte na defesa e na reivindicação de melhorias para a categoria. Fica claro que o trabalhador deve, cada vez mais, se fazer presente e engajado no Sindicato, participando, dando sugestões, discutindo e cobrando dos representantes sindicais, ações mais eficazes que tragam melhorias para toda a categoria e dando ao Sindicato a oportunidade de escutá-lo para entender suas preocupações e expectativas e lhe mostrar como é que a entidade pode satisfazer às suas necessidades.
Isto é pensar coletivamente, acreditando que a valorização e o respeito ao trabalhador dependem muito da união da categoria e do fortalecimento do Sindicato. Sindicalizar-se é mais do que participar da entidade representativa de classe. É exercer plenamente cidadania, participando de ações que valorizam a profissão e o trabalho. É lutar para manter direitos já conquistados e para ampliá-los na coletividade.
Além de fortalecer a luta, sindicalizar-se significa também ter acesso a serviços prestados gratuitamente e uma série de parcerias com descontos nas áreas de educação, saúde, lazer, formação profissional.
Convide seus colegas de trabalho, indique amigos que possam e queiram se associar ao Sindicato. Participe da nossa luta pela valorização e garantia dos nossos direitos, por melhores condições de trabalho e melhores salários.
A Diretoria
EnrOsco econômico começa a ceder!
Uma combinação de quatro aumentos - do consumo, dos gastos do governo, dos serviços e da produção industrial - determinou no Brasil o fim do que os economistas chamam de "recessão técnica", caracterizada por dois trimestres negativos do Produto Interno Bruto - PIB.
A soma de todas as riquezas produzidas no país de abril a junho cresceu 1,9% em relação ao período de janeiro a março, revelou o IBGE. Significa que o Brasil, embora continue sofrendo efeitos da crise financeira e econômica internacional, conseguiu retomar a rota do crescimento econômico. E significa também que o Brasil se tornou o primeiro país latino-americano e um dos primeiros, entre todos os países, a vencer a recessão. De acordo com o IBGE, o principal fator determinante dessa retomada foi o crescimento do consumo, especialmente do consumo familiar, que teve o 23º aumento consecutivo. A conclusão é de uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA.
A verdade verdadeira é que a reação dos brasileiros, sobretudo a achatada classe média é que ajudou o governo a tirar o país deste enrosco econômico, mantendo o consumo durante o período mais agudo da crise, enquanto o governo tomava ações e medidas para manter o mercado aquecido. Neste meio tempo a pessimista classe de empreendedores e executivos tupiniquins, batia na testa e cortava investimentos já programados, só pensando em demissões e profetizando os efeitos destruidores da crise. A maioria comportou-se muito mal. Entretanto, o consumo das famílias acabou surtindo efeito em toda a cadeia, influenciando a recuperação da produção.
Assim, o Brasil destacou-se no cenário mundial, mantendo uma taxa de crescimento constante, não desacelerando. Com muito trabalho e um pouco de otimismo, o país sairá fortalecido dessa turbulência histórica nas bases do capitalismo mundial.
A Diretoria
DESABAFO DE UMA TRABALHADORA
Coragem para arriscar foi o que senti em
março de 2005, quando pela primeira vez entrei num movimento de greve,
cheguei à conclusão naquele momento, que eu não poderia continuar
tapando o sol com a peneira. Diretora Social
GREVE SÓ SE EVITA COM NEGOCIAÇÃO!
O exercício do direito de greve é um assunto polêmico e recorrente que sempre vem à tona à medida que alguma classe de trabalhadores se sente injustiçada com suas condições de trabalho, principalmente quando se trata de serviços públicos.
O direito de greve se encontra devidamente amparado na Constituição de 1988 que dispõe em seu art. 9º: "É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender".
É importante frisar que o direito ao exercício de greve tem por base assegurar o direito do trabalhador a reivindicar perante a classe patronal seus interesses, que julga não observados pelo empregador. A greve é uma forma de pressão, um recurso legítimo a que o sindicato pode recorrer, sempre que houver impasse nas negociações coletivas.
E, os trabalhadores só protestam quando se sentem sufocados e não lhes restam meios para serem ouvidos, motivados por condições que afetam seu desempenho funcional, pela falta de diálogo e pela necessidade de ver seu esforço reconhecido. Só assim, eles interrompem suas atividades e saem às ruas. A greve é um direito legítimo do trabalhador e só poder ser evitada com negociação.
É lamentável que, ainda hoje, alguns patrões queiram obter lucros às custas dos trabalhadores que empregam; acreditem no poder da subjugação através do medo do desemprego, acreditem num Estado no qual os assalariados só têm direito de ficarem calados, passar fome, receber um mísero salário mínimo e achar tudo muito bom, sem se dar conta que seus empregados são os parceiros que os auxiliam a produzir riquezas, construindo esse país.
São em casos assim, quando a empresa que não é capaz de produzir suficiente lucro começa a saquear sua mão de obra, arruinando vidas até obter vantagens suficientes para novamente voltar a extrair lucros dos empregados, que precisamos dar um basta, mostrando nossa unidade e força, utilizando todos os meios de que dispomos para sermos ouvidos e restabelecer a justiça.
A Diretoria
DISCUTINDO OS ASSUNTOS DA HORA
O SEAAC pela sétima vez reúne trabalhadores e especialistas para um ENCONTRO REGIONAL DA CATEGORIA. Esta é uma oportunidade de ampliar o horizonte sobre assuntos da hora, como a atual crise econômica e os desdobramentos do conjunto família/empresa, que influenciam a vida política, social, econômica e trabalhista das pessoas.
Especialistas estarão trazendo suas experiências para vencer o desafio de conciliar a vida pessoal e familiar com o trabalho, problema que atinge praticamente todos que possuem uma atividade desenvolvida fora de casa e não se dão conta de como conduzir bem esta dobradinha. Por mais que se fale da importância de conciliar com tranqüilidade as duas áreas, nem tudo é tão simples na prática. Há momentos em que você, como trabalhador, sente-se absolutamente dividido e fica difícil encontrar o meio-termo.
O problema da crise econômica, embora esteja arrefecendo, também é de grande importância e exige uma postura equilibrada por parte da sociedade, para manter-se dentro dos limites de controle. O momento que vivemos, com certeza, foi um dois mais críticos dos últimos anos, pois esta é uma crise sem precedentes, que não tem prazo para acabar e suas seqüelas, como o desemprego e a desaceleração do crescimento são difíceis de contornar.
Assim, cabe ao Sindicato Cidadão informar e esclarecer o trabalhador sobre as dificuldades que devem ser enfrentadas no dia a dia, oferecendo estratégias que possam auxiliar na resolução de problemas. Além disso, o encontro de trabalhadores oferece uma excelente oportunidade de confraternização entre trabalhadores de diversas áreas, uma vez que o SEAAC representa 14 categorias profissionais distintas, criando e fortalecendo os laços que unem trabalhador e sindicato.
A Diretoria
SEAAC FORTE!
Nos sentimos honrados e cheios de responsabilidades pela confiança que a categoria tem depositado em nossa administração. Ao longo dos anos temos nos empenhado para acompanhar as mudanças que ocorrem diariamente na sociedade, estendendo nossa atuação para diversas áreas de interesse do trabalhador. Procuramos qualificar nosso trabalho para cumprir nosso dever de buscar a fazer cumprir os direitos dos trabalhadores.
Temos batalhado para conquistar bons reajustes salariais e melhores benefícios nas cláusulas sociais dos acordos coletivos. Temos nos envolvido em sérias disputas judiciais com os empregadores a fim de manter o respeito e a dignidade com que o trabalhador merece ser tratado, fazendo prevalecer seus direitos.
Temos procurado novos parceiros que oferecem vantagens aos nossos associados no comércio, serviços, saúde. Temos um serviço jurídico de excelente qualidade à disposição do trabalhador.
Nossa sede está instalada em um imóvel bem localizado, oferecendo boas condições de atendimento e também dispomos de subsedes em Taubaté e Jacareí, para facilitar o acesso de todos os trabalhadores da nossa região.
Regularmente oferecemos gratuitamente cursos de qualificação profissional, facilitando desse modo o acesso ao mercado de trabalho para aqueles que procuram uma colocação, recolocação ou desejam aprimorar seus conhecimentos.
E, como ninguém é de ferro também nos preocupamos com o lazer do trabalhador, oferecendo excursões, passeios, confraternizações e torneios esportivos que promovem o aumento do bem estar e congraçamento das categorias.
Para que possamos continuar nos desenvolvendo, precisamos do apoio dos trabalhadores, através da sindicalização, pois, sindicato forte é sindicato representativo. Por isso procuramos constantemente levar o Sindicato ao conhecimento do trabalhador, seja através dos boletins informativos, seja pelo portal, blog ou mesmo boca-a-boca. Os representantes sindicais estão envolvidos em campanhas de associação sistemáticas, com o objetivo de nos fazermos presentes nas novas empresas e de nos fortalecermos naquelas onde já exercemos a atividade sindical, desenvolvendo todas as ações possíveis para fortalecer e unir em torno do SEAAC.
Assim sendo, nosso convite para VOCÊ associar-se é permanente. Venha unir-se à nós! Fortalecer o SEAAC é fortalecer a categoria, é fortalecer você Trabalhador!
A Diretoria |
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Sindicato Forte se faz com União e Representatividade! TRABALHADOR EAA JUNTE-SE À NÓS... ASSOCIE-SE JÁ! |
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