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Sindicato dos Empregados de Agentes  Autônomos do Comércio e em Empresas de  Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços  Contábeis de São José dos Campos e Região

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OPINIÃO

O SENADO: AUFERINDO LUCROS PARA QUEM ESTÁ NO PODER

 

Desde fevereiro o Senado Federal esta na boca do povo. O saldo negativo para a imagem da instituição é imensurável, uma vez que aos olhos do brasileiro comum o Senado serve apenas aos interesses privados de alguns privilegiados.

 

Segundo alguns parlamentares e representantes da sociedade as atuais práticas do Senado são típicas de um “clube de amigos”, abalado pela disputa pelo controle da Presidência. A concorrência entre o senador José Sarney (PMDB-AP) e Tião Viana (PT-AC) trouxe a tona a rixa entre setores de PMDB e PT, deflagrando uma onda de revelações sobre os maus costumes da Casa.

 

Foram revelados pagamentos de horas extras em mês de recesso parlamentar, fartura de cargos de direção, uso indevido de imóveis funcionais por diretores, má utilização de verbas indenizatórias, entre outros problemas. Em junho estes assuntos tornaram-se o centro de cada conversa no Senado e nada foi discutido ou votado.

 

A mistura de ineficiência e desmando político-administrativo consentida pelos próprios senadores pode ser medida pelos números da folha salarial do Senado. Os R$ 2,1 bilhões gastos em 2007 subiram para R$ 2,8 bilhões em 2008 e este ano a folha salarial é de R$ 3 bilhões, ou seja, 42,8% de aumento em dois anos. Uma conta fácil de explicar porque muitos dos diretores do Senado, que cuidam só de serviços gerais, ganham até R$ 20 mil mensais.

 

Não precisa ser muito esperto para concluir que o Senado brasileiro de hoje traduz com precisão a função do sistema governamental montado no país a partir do Estado Português, cujos mecanismos foram criados para auferir lucro para aqueles que estão no poder. O sistema governamental é perfeitamente funcional para atender todas as artimanhas arquitetadas por seus representantes, com leis frouxas e sem delimitações entre o público e o privado.

 

A Diretoria

 


 

PIS ESQUECIDO!

 

Todos os anos milhares de pessoas não retiram o abono salarial - PIS ao qual tem direito. O calendário de pagamento 2008/2009 encerra-se no dia 30 de junho e até agora pelo menos 700 mil trabalhadores não receberam a quantia. Os valores não resgatados serão devolvidos ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), que custeia o programa.

 

O abono corresponde ao pagamento anual de um salário mínimo aos trabalhadores que estejam cadastrados no PIS há pelo menos cinco anos; que tenham recebido (em média) até dois salários mínimos de remuneração mensal durante o período trabalhado; e que tenham trabalhado com carteira assinada por empregador contribuinte do PIS (empregadores cadastrados no CNPJ) durante pelo menos 30 dias do ano-base.

 

Recebendo o PIS,  o trabalhor conta com um 14º salário que injeta dinheiro na economia, estimula a poupança, corrige distorções na distribuição de renda. Não deixe este assunto pra lá! Este é um direito seu, que você tem garantido!

 

A Diretoria

 


 

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

 

Hoje o sindicalismo tem um papel crescente na sociedade, um papel social e mais solidário, integrado à cidadania, envolvido com a categoria e com a comunidade. Um sindicalismo cidadão, que representa os trabalhadores e que é ao mesmo tempo movimento social, que dê conta dos desafios do capitalismo. O sindicalismo de hoje precisa  integrar trabalho com meio ambiente, educação, feminismo, cultura, bem-estar, juventude,  terceira idade.

 

São muitos os desafios e um deles diz respeito à qualificação profissional. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes e com respostas rápidas às necessidades dos empregadores. O mercado de trabalho busca profissionais não apenas com habilidades técnicas, mas também com habilidades humanas e conceituais.

 

Nesta realidade a qualificação profissional assume um aspecto importante na vida do movimento sindical, como instrumento que facilita a obtenção de um emprego. O movimento busca uma política de formação profissional para os trabalhadores, que possa antecipar-se ao desemprego. Neste sentido é fundamental uma legislação que defina o papel do Estado e das empresas, no que diz respeito aos recursos para capacitação profissional.

 

Muito há por fazer nesta área, mas dentro de nossas possibilidades, como sindicato cidadão, temos procurado oferecer aos nossos representados cursos de formação profissional em relação ao mercado de trabalho (para os desempregados e os jovens que entram no mercado) e qualificação profissional em relação ao processo de trabalho (para os empregados).  Não deixe de aproveitar as oportunidades!

 

A Diretoria


 

O poder transformador do esporte na vida dos trabalhadores

 

A conquista de oito horas de trabalho, oito horas de descanso e oito horas de lazer marcou o início da humanização do trabalho e transformou a recreação e o lazer como uma conquista social. Com o reconhecimento das horas livres entre uma jornada e outra do trabalho, dos repousos semanais remunerados, das férias anuais e da cessação da vida de trabalho (aposentadoria) gerou-se um tempo livre que incrementa a qualidade de vida do trabalhador. Na prática sabemos que este tempo tem de ser dividido entre estudos, trabalhos caseiros, atividades que exigem atenção especial como educar os filhos, além de muitas outras, e o lazer.

 

Para os trabalhadores o esporte se encaixa na fatia de tempo dedicado ao lazer e seus benefícios vão além da manutenção da saúde.  Quem pratica esporte com freqüência  tem de lidar com diversos aspectos, como ansiedade, estresse, frustração pela derrota, alegria pela vitória, intercâmbio cultural, várias coisas que não fazem parte do dia de trabalho, mas deixam o trabalhador-esportista mais preparado para vencer os obstáculos dentro da empresa.

 

Nada mais óbvio, então, que nos dias atuais, muitas empresas e organizações preocupem-se com aspectos que possam ajudar o trabalhador a ter melhor qualidade de vida, também, no trabalho. Nota-se que o mercado hoje está voltado para quem conseguir obter maior eficiência em produzir mais, melhor e em menos tempo. Tudo isso sem prejudicar a saúde dos funcionários que é fundamental ao processo produtivo.  Assim, a empresa que estimula os trabalhadores a praticarem esportes têm muitos lucros a contabilizar. Há ganhos com integração, produtividade e identificação dos empregados com a empresa. Além disso, o retorno é garantido com a divulgação da marca nas competições esportivas que os trabalhadores participam.

 

Por conta do grande número de benefícios que o esporte pode proporcionar aos trabalhadores nosso Sindicato preocupa-se em oferecer às categorias que representa um estímulo à sua prática e todos os anos realizamos o Campeonato de Futsal  e o Torneio de Vôlei Feminino, que começa a consolidar-se.

 

Estas são oportunidades para o trabalhador exercer sua cidadania, pois, o esporte é como uma simulação da sociedade, ou seja, para conviver em sociedade é preciso seguir regras, como em um jogo. O esporte é um instrumento de educação e diversão e suas características criam desenvolvimento interno como o espírito de equipe exigido no convívio em sociedade.

 

 A Diretoria


 

NOVA ESTIPE DE VÍRUS ATINGE ECONOMIA!Gripe suína já mata nos Estados Unidos

 

No meio de uma crise, chega outra crise para piorar o estado da economia global. Uma nova estirpe do vírus da gripe apresentou-se no final de semana acabando com o bom humor dos investidores ao redor do mundo, afastando-os de ativos considerados de risco: a possível epidemia de gripe suína, que já matou 22 pessoas no México, está espalhando-se pelos cinco continentes e já obrigou a OMS a elevar o nível de alerta pandêmico da fase 3 para 4 e para 5 em uma escala de 6, o que implica em risco de pandemia global.

 

Assistindo a tudo pela TV, os brasileiros somam seus medos: ela economia frágil, pela doença em si, pela desconfiança da eficácia das medidas tomadas pelo governo. Ruim para pessoas, ruim para o mercado. O primeiro efeito da gripe matou pessoas, gerou um impacto negativo no turismo, derrubando as ações das principais companhias aéreas, atingiu a demanda por carne suína e por tabela, a produção de milho e soja além do petróleo. Precisa mais?

 

A nova onda começou de novo na América do Norte, espalha-se pela Europa e Ásia e finalmente acaba atingindo o Brasil. Entretanto, os brasileiros ainda guardam a esperança de que ao chegar aqui esta onda tenha se transformado numa marola! De qualquer modo esperamos que o governo não “durma de touca” porque já basta ter de agüentar o estrago que vem de fora. Bons tempos aqueles em que a maior preocupação do mundo era o aumento do combustível...

 

A Diretoria


 

NEGOCIAÇÕES 2009

 

As negociações salariais 2009 já estão começando e, como em todos os anos, seja com ou sem crise, os patrões mostram sempre uma certa insensiblidade neste começo de conversa sobre salário e benefícios.

 

Neste ano, naturalmente, a crise econômica servirá de desculpa para todas as negativas do setor patronal. Entretanto, um trabalho realizado pelo Diese em parceria com as centrais sindicais filiadas ao departamento (Força Sindical, CGTB, Conlutas, CUT, CTB, NCST e UGT) afirma que, nesse período de crise mundial e em alguns setores no Brasil, é possível sim avançar nas negociações coletivas e estabelecer percentuais de reajuste salarial acima da inflação. A afirmação é do técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), José Álvaro Cardoso.

 

É hora, portanto, dos trabalhadores mostrarem preparo e habilidade não perdendo de vista alguns pontos importantes na hora de tratar  das novas convenções, como o bom desempenho da economia no ano passado, além de uma análise dos dados referentes ao setor que está negociando. Os dados macroeconômicos no Brasil são favoráveis a uma negociação justa com os trabalhadores e não podemos permitir que empresários gananciosos tentem explorar seus empregados para aumentar seus lucros. Este ano o Brasil deverá apresentar um crescimento entre 0,5% a 1%, que apesar de pequeno ainda é positivo.

 

Assim, a receita para as negociações 2009 é uma só: estar preparado e negociar, negociar, negociar, sem se deixar intimidar!

 

A Diretoria


 

DEMITIDOS DA URBAM - UMA SAGA!

 

Em 2005, depois de inúmeras tentativas de negociação do Seaac com a Urbam e não sendo atendidos em suas justas reivindicações, os empregados da empresa declararam greve por melhores condições de trabalho.


Depois de exaustivos 14 dias, os empregados concordaram em voltar ao serviço mediante a posição da empresa de realmente melhorar as condições dos empregados. Mais uma vez houve descaso e autoritarismo por parte da Urbam. Vários empregados foram demitidos, tendo como justificativa para suas demissões a busca pelos seus direitos.


Indignado com mais essa atitude irresponsável, o SEAAC entrou com uma ação de reintegração dos empregados demitidos em virtude da greve. Após inúmeras idas e vindas na justiça, surge uma luz no fim do túnel. A justiça determina que os empregados sejam readmitidos e que sejam pagos todos os direitos trabalhistas como se os empregados nunca tivessem saído da empresa.


Mas, por uma manobra totalmente condenável por parte da Urbam, essa mesma “justiça” suspende as reintegrações no último instante com uma liminar. A justificativa (no mínimo suspeita, do Senhor Juiz, para a expedição desse recurso) é que a não reintegração dos empregados não causa nenhum transtorno aos mesmos, pois os prazos do processo envolvendo valores trabalhistas continuarão sendo contados.


É totalmente lamentável essa situação, sob todos os aspectos. Em uma cidade como São José dos Campos que atualmente vive sob a tensão da crise mundial, onde vários empregados de diversos setores perderam o emprego, a Urbam, sob as ordens da Prefeitura Municipal, governada há 12 anos pelo PSDB, gasta dinheiro público com manobras jurídicas para NÃO GARANTIR o mais sólido direito do ser humano: o seu trabalho.


Uma administração pública, que tem como tema de governo “UMA SÃO JOSÉ PARA TODOS” e pratica essas artimanhas jurídicas, não merece o nosso respeito.

A Diretoria


 

Reduzir a Jornada é dar sustentabilidade ao processo de crescimento!

 

A redução da jornada de trabalho parece ser encarada por uma parte dos empresários como uma compensação “gratuita” para os trabalhadores, que portanto não a merecem. Trabalhar menos e receber o mesmo salário... nem pensar!

 

Por isso, em períodos de insegurança econômica este tipo de empresário prefere pagar horas extras, esquecendo-se da perspectiva de sustentabilidade do processo de crescimento, que necessita da contratação de novos empregados, uma vez que o pagamento de horas extras é mais oneroso às empresas do que o pagamento de horas normais para empregados de um terceiro turno de trabalho. Isto é matemática pura e simples, fácil de comprovar.

 

Assim a redução da jornada não deve ser encarada como algo gratuito ou indevido, uma vez que graças ao trabalho o aumento da produtividade é constante e revertido em lucros para o empresariado e nunca em favor do trabalhador ou consumidor.

 

Nada mais natural, portanto que as relações de trabalho sejam revistas para que as novas tecnologias e o novo modelo de produção possam ser incluídos. Parece que desta vez, a redução da jornada, projeto em discussão no legislativo, finalmente tem boas chances de decolar, trazendo  um debate positivo e preparando o Congresso para discussões mais amplas sobre uma reforma trabalhista, que contemple primeiro ao trabalhador. 

 

A Diretoria


 

SEM DISTINÇÕES!

 

 

Hoje, a mulher pode estudar, votar, exigir seus direitos, trabalhar, exprimir-se, pensar, decidir o seu destino, amar, gozar da sua sexualidade, julgar e tomar decisões sobre a sua vida e o seu ambiente. A mulher de hoje possui os mesmos direitos do homem, responsabilidades iguais e obrigações iguais, embora alguns ainda tentem rebaixá-las (porque que as temem) e outros insistam em diminuir sua inteligência (porque temem sua influência), mas ao coração feminino ninguém pode opor barreiras.

 

Parece incrível que, ainda há pouco tempo atrás, a mulher vivia presa por grilhões. A luta ferrenha que os grupos femininos travaram nas últimas décadas, provocou uma mudança sócio-cultutal sem precedentes na história, em todos os domínios do trabalho, arte, ciência, tecnologia, política etc. atribuindo à mulher novísssimas responsabilidades, ao lado das antigas funções naturais maternas e femininas.

 

A mulher mudou, da água para o vinho, de submissa e obediente para independente e autônoma, assumiu o poder em casa, no trabalho, na política, na sociedade, com o compromisso, a carga e a exigência que isso implica, buscando o equilíbrio sem perder a feminilidade.

 

E, tem se saído muito bem numa tarefa nada fácil, na qual seu maior oponente é o próprio companheiro, o homem, que parece ter grande dificuldade em adaptar-se à concorrência, dividir o poder, compartilhar o prazer e muitas vezes aceitar tarefas e funções que supunha e acreditava serem de exclusividade feminina, como amamentação dos filhos ou tarefas domésticas.

 

A mulher cresceu! O homem, mais lentamente, também está se modificando em função desta nova realidade que agora vivemos e exige de ambos uma postura conjugada para a educação de seus filhos. Cabe a nós educar próxima geração para ser mais tolerante, equilibrada e sensata. Uma geração educada para não fazer distinções entre mulheres e homens!

 

A Diretoria


 

Vocação: militante sindical!

 

Militar na área sindical não é uma tarefa fácil, uma vez que qualquer sindicato é um órgão essencialmente de lutas. O primeiro grande desafio que enfrentamos é encontrar novos e eficazes meios para unir os trabalhadores da base territorial sob a bandeira de sua entidade, associando-os, para que o sindicato possa, de fato, representar o maior número de trabalhadores; afinal a entidade embasa seu poder, fundamentalmente, em sua capacidade de aglutinar a partir do velho postulado  “a  união faz a força”.

 

Outro desafio é fazer sempre evoluir as reivindicações, possivelmente o objeto central de todo sindicato, canalizadas por meio do direito de petição coletiva e o exercício da negociação coletiva. Precisamos buscar os meios, para criar condições salariais e de trabalho homogêneas entre os trabalhadores, conquistando a igualdade para todos, associados ou não, pertencentes ou não ao sindicato.

 

Mas ainda não basta. Precisamos também fazer do sindicato um órgão de colaboração ou cooperação, que enquanto instrumentaliza os meios de auto defesa para respaldar os direitos e interesses dos associados e dos trabalhadores em geral, ainda possa ajudá-los a conquistar cidadania.

 

Assim, desse modo, aquele que acredita ter vocação para a militância sindical deve estar plugado ao cenário político econômico social brasileiro, atento a todas as discussões sobre os impactos da reestruturação produtiva no mercado de trabalho e na organização coletiva dos trabalhadores, que passa necessariamente pelas constantes modificações  estruturais do sindicalismo brasileiro, descobrindo neste contexto novas estratégias para militar neste efervescente cenário. O exercício da representação sindical embute uma forte responsabilidade social, que cobra dos militantes, soluções coletivas que não se descuidem das questões individuais. Decididamente não é tarefa fácil!

(Fonte de consulta: A Organização Sindical do Século XXI - Mario Pasco Cosmópolis)

 

A Diretoria


 

NEPOTISMO E ALIENAÇÃO!

 

No Brasil contemporâneo a falta de consciência pública agrava o quadro das necessidades sociais de de nosso povo. De um lado temos um governo corrupto, preocupado com o seu jogo sujo de poder e riqueza e de outro a população sofrida, que carece de políticas sérias e responsáveis para resolver os problemas de educação, moradia, saúde, habitação.

Há muito tempo, a população ficou esquecida, em segundo plano. Entra governo, sai governo e tudo fica como está. Má administração pública praticada por pessoas alienadas e despreocupadas com os problemas sociais. Com isso ganha força o ditado: "política e religião" não se discutem, pensamento apregoado por muito tempo em nossa sociedade.

Assim, vemos nossos governantes, legislar apenas em benefício próprio, nomeando para cargos sem concurso e com altos salários, parentes e amigos... aos amigos tudo, aos inimigos a lei! Ora, por si só a nomeação de parentes é um ato condenável e quando ela vem associada à pessoas despreparadas e pouco qualificadas, passa a ser uma provocação, um tapa na cara de toda a sociedade. E... mesmo depois desse "tapa", ficamos inertes, frente a tal desmando; ligamos a televisão e sintonizamos na novela para nos desligarmos dos vários problemas que nos atingem, como se isso fosse possível.

É imprescindível que mudemos nossa atitude diante desta abominável situação. Devemos excluir do cenário político, aqueles que governam para poucos, em detrimento da maioria, elegendo pessoas verdadeiramente comprometidas com o bem estar social do país. Precisamos buscar conhecimentos e educar nossos filhos para fortalecermos uma geração inteira de pessoas engajadas e comprometidas com a instalação de uma sociedade mais equilibrada e justa para todos os brasileiros.

 

A Diretoria


 

FAMÍLIA E CIDADANIA

 

Dez pessoas ficaram feridas dia 12/01 em um acidente com um ônibus que tombou na via Dutra, no trecho de Pindamonhangaba. O veículo, que seguia na pista sentido São Paulo, caiu em um barranco na lateral da rodovia após ter o parabrisa atingido por uma pedra. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, três garotos estariam em uma passarela próxima ao km 93 e seriam os responsáveis pela pedrada que quebrou o vidro e acertou o motorista, que desmaiou.

 

Pois é, 3 garotos são os principais suspeitos pelo mal feito que por “sorte” não matou ninguém. Que tipo de adolescente são estes que não tem o mínimo respeito pela vida das outras pessoas?

 

Como ninguém já nasce tão malévolo, só podemos concluir que a falta de uma família estruturada seja a raiz desse tipo de comportamento. Afinal, a família é o primeiro ambiente social no qual a criança evolui e aprende os primeiros ensinamentos, internalizando aprendizados sobre regras básicas do agir e conviver com os outros, os limites, valores, atitudes culturais, emocionais, morais, éticas e outras informações necessárias para vir a ser um cidadão consciente e uma pessoa disciplinada na sua futura vida em sociedade.

 

São as influências que recebe na família, que ajudarão a criança a construir suas características pessoais, seu modo de pensar, sentir, reagir, e de se relacionar. Assim, uma criança, convivendo com pais que a estimulam positivamente, fazendo-a sentir-se amada e em segurança, terá as melhores condições para aprender o que precisa  para seu desenvolvimento rumo à autonomia, cidadania e à independência como ser humano.

 

Se a criança não tem a “sorte” de nascer no seio de uma família estruturada que a eduque com valores de moralidade, crescendo sem orientação, sem limites, sem noções de respeito, acabará, sem dúvida, caindo na amoralidade e marginalidade, achando que atirar pedras nos veículos não é mais que um mero passatempo.

 

A Diretoria

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